Escritos
B. Piropo
Jornal o Estado de Minas:
< Coluna Técnicas & Truques >
Volte de onde veio
31/08/2006
< Ocultando ícones da Área de Notificação >

Embora a Barra de Tarefas seja um componente essencial de Windows, as possibilidades de “personalizá-la” são enormes. Ela pode ser movida para qualquer borda da tela, ser ou não sobreposta às demais janelas, sua altura pode ser ajustada, pode permanecer oculta quando inativa e pode-se até mesmo acrescentar ou remover alguns de seus componentes.

Apenas três deles são obrigatórios e não podem ser removidos: o menu Iniciar, a barra de tarefas propriamente dita (que exibe os botões correspondentes aos programas abertos) e o trecho de sua extremidade direita, a “Área de Notificação”.

O que tem este último trecho de tão especial que o obriga a permanecer sempre visível? Embora seja usada para diversos outros fins, inclusive e principalmente para indicar (“notificar”) que alguns programas estão sendo executados em segundo plano, a finalidade precípua da área de notificação é justamente o que seu nome indica: funcionar como uma área ou local através do qual Windows notifica o usuário sobre determinadas ocorrências, algumas das quais podem exigir atenção imediata. Mais especificamente, conforme a própria ajuda de Windows, aquele trecho da barra de tarefas serve para acomodar: “ícones de notificação que o Windows exibe quando ocorrem determinados eventos como, por exemplo, quando você recebe email ou abre o Gerenciador de tarefas”. Eventos que incluem possíveis alertas para erros ou acontecimentos inesperados, como a falta de tinta ou papel na impressora e coisas que tais. Por isso deve permanecer sempre visível.

Acontece que muitos dos programas que rodam em segundo plano acrescentam um ícone à “Área de Notificação” sempre que são carregados. E como cada vez aumenta mais o número destes programas, a tendência é sobrecarregar a área de notificação, enchendo-a de ícones muitos dos quais são prescindíveis.

Alguns programas, durante o procedimento de instalação, permitem escolher se seu ícone será ou não acrescentado à área de notificação. Infelizmente, seja por não saber exatamente o que é a “Área de notificação”, seja por obediência ao falso princípio de “quod abundat non noscet” (o que é demais não prejudica), a maioria dos usuários simplesmente concorda e o resultado é uma área de notificação cada vez mais sobrecarregada.

Antevendo esta tendência Windows acompanha a utilização desses ícones e, por padrão, quando detecta que alguns deles não são acionados há algum tempo, os “esconde” para “encolher” a área de notificação e liberar mais espaço para o restante da barra de tarefas. Para que eles reapareçam, basta clicar no botão “<” que aparece à esquerda da área de notificação “encolhida” (veja, na parte superior da ilustração, minha área de notificação   com alguns ícones ocultos e com uma seta vermelha assinalando o referido botão).

Como tudo na vida, isto tem suas vantagens e desvantagens. A vantagem óbvia é o ganho de espaço na barra de tarefas. A desvantagem é que este procedimento pode ocultar algum ícone justamente quando mais precisamos dele. Ou omitir um ícone de um programa importante por tanto tempo que acabamos nos esquecendo que ele está carregado.

Pois bem: se você, como eu, é daqueles que preferem que a área de notificação exiba permanentemente os ícones de todos os programas que rodam em segundo plano estejam   ou não inativos por muito tempo, pode impedir que Windows os esconda. Clique com o botão direito do mouse sobre um ponto “vazio” de sua barra de tarefas, acione a entrada “Propriedades” do menu de contexto e, na aba “Barra de tarefas”, desmarque a caixa “Ocultar ícones inativos” e saia com um clique no botão OK. Veja a diferença na ilustração, cuja parte inferior mostra minha área de notificação com todos os seus ícones.

Figura 1

B. Piropo


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